Ser programador é uma coisa engraçada ! Tenho visto recentemente várias movimentações por parte de programadores, buscando juntar-se para: programar !
É possível reparar que a quantidade de grupinhos que buscam aprender coisas novas – sejam elas linguagens da hype – metodologias ou ainda algum projeto pessoal integrando algumas linguagens, dados públicos e uma interface dita Web 2.0.
Eventos como Yahoo! Open Hack day; Google Developer Day; o recente Random Hack of Kindness; Coding Dojo (o de Sampa no IME da USP está meio inativo ao que consta); e vários outros movimentos iniciados até por empresas, como a própria Caelum que já abriu as portas para criar um ambiente onde programdores pudessem se juntar e desenvolver suas coisas, ou mesmo que fechado ao grupo de programadores da mesma como já ouvi relatos de programadores.
O que leva esse bando de programador malhucos das cavernas a participarem com empolgação destes eventos – muitas das vezes apenas com free lunch e Internet 0800 ? São desocupados ? Loucos ?
Simples: adoram o que fazem ! São essas pessoas que geralmente criam tendências, aplicam ideias e tomam iniciativas nas corporações em que trabalham; São os mesmos developers que passam horas a fio programando com vários livros de nomes nonsense à tira-colo; ou que criam projetos pessoais para suprir uma necessidade própria e acabam chamando a atenção de muita gente – vide tantas startups bem sucessidas criadas e mantidas por programadores.
Geralmente esses mesmos programadores conhecem pelo menos duas linguagens. O motivo ? Curiosidade ! Pouco importa se Ruby on Rails fará sucesso no mercado coorporativo ou se Python não agrada o chefe. É legal para eles, então, investem tempo nisto.
Sempre em busca de novos conhecimentos, fanáticos pela arte em programar e fazer coisas novas; de novas formas e com novas ferramentas. Criam coisas, compartilham o feito e ainda passam a diante o novo conhecimento com artigos, blogs ou seminários. São programadores sempre motivados que buscam fazer uma análise crítica sobre suas próprias formas de programação buscando a evolução das ideias.
Vida social ? Muito bem, obrigado ! Nestas idas e vindas acabam conhecendo pessoas, lugares e oportunidades diferentes. Trocam ideias, conversam, trocam contactos das redes sociais; juntam-se em botecos ou equivalentes tornando o simples ato de programar em grupo em praticamente uma festa completa !






Hlegius, parabéns pelo artigo.
Por conencidência, estou escrevendo em meu blog, algo parecido ou de quase mesmo assunto.
Ah sim… excelente site.
Abraços.
Seu post fez eu perceber algo interessante: so programo em C ainda porque gosto.
^ Ultimo ano de ciências biológicas, usando C em modelos nulos + ecologia de comunidades/populaçõs.
Muito bom, cara. A verdade é que programar é mega divertido e desafiador.
Parabéns pelo artigo Hélio!
Programar é uma das poucas atividades que consegue envolver lógica e arte. E talvez por isso é tão apaixonante.
Um abraço,
Sergio Prado
Quando vi o título e as fotos do artigo pensei que você tinha conhecido alguém especial numa hackfest da vida!
Há!
=P
hahahahaha !
Pois é, ainda não conheci nenhuma programadora nestes hackfest que participei.
Seria uma história e tanto, caso verdade, hum ? =P
Como disse o @sergioprado, programar é uma das poucas atividades que envolve arte e lógica.
(!)Devo ser muito tacanho para não imaginar nenhuma outra atividade(!)
Também imaginei que você tivesse encontrado a sua “programadora”, como o Thiago falou. hahahaha Quando é que vai ser, hein!? xD
Parabéns cara, programar é foda! E viva a arte!
Programar, ou melhor, resolver problemas deve ser um passa-tempo. Deixar que isso consuma, ou torne parte de sua vida é péssimo :]
O importante é o dinheiro e viver, pois seu tempo de vida está sendo cronometrado.
Artigo muito bom!
Sim é muito bom programar individualmente ou em conjunto e essas pessoas referidas acima são os autodidatas.
Cumprimentos, Rodrigo Graça