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	<title>hlegius &#187; Carreira</title>
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	<description>programaÃ§Ã£o, desenvolvimento, tecnologia e muito o que contar.</description>
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		<title>O poliglotismo no desenvolvimento pseudomoderno</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jan 2011 00:04:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hlegius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[No Ã­nicio, quando &#8220;softwares&#8221; disponÃ­veis atravÃ©s do browser nÃ£o passavam de sites pessoais munidos com ingÃªnuos formulÃ¡rios para contato, quem fosse capaz de entender C ou Perl rodando em CGI era rei. Com a evoluÃ§Ã£o de hardware, servidores, linguagens de programaÃ§Ã£o, browsers e etc., aquelas linguagens em CGI ganharam novas utilidades, cada vez agregando mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">No Ã­nicio, quando <em>&#8220;softwares&#8221;</em> disponÃ­veis atravÃ©s do browser nÃ£o passavam de sites pessoais munidos com ingÃªnuos formulÃ¡rios para contato, quem fosse capaz de <em>entender</em> C ou Perl rodando em <acronym title="Common Gateway Interface">CGI</acronym> era rei. Com a evoluÃ§Ã£o de hardware, servidores, linguagens de programaÃ§Ã£o, browsers e etc., aquelas linguagens em CGI ganharam novas utilidades, cada vez agregando mais itens Ã s ferramentas produzidas.</p>
<p style="text-align: left;">A coisa toda deslanchou quando CRMs e ERPs comeÃ§aram a ganhar versÃµes web, direcionando-se para um modelo centralizado, eliminando a necessidade daquelas instalaÃ§Ãµes em clientes, controle das versÃµes, mÃ³dulos e <span style="text-decoration: line-through;">todo </span><span style="text-decoration: line-through;">aquele inferno</span> toda aquela via sacra que Ã© controlar isto.</p>
<p style="text-align: left;">Os softwares web evoluÃ­ram, mas ainda precisavam do bendito refresh a cada aÃ§Ã£o. Surge entÃ£o, a brilhante idÃ©ia baseada em uma API Microsoft<em>iana </em>esquecida ao lÃ©u, concebida ainda na dÃ©cada de 90, onde na ocasiÃ£o os desenvolvedores a chamaram de XMLHttpRequest e tinha como objetivo iteraÃ§Ã£o entre Outlook e Internet Explorer, provendo acesso ao Outlook Web Access. Ah sim, isso Ã© conhecido pelos <em>stakeholders</em> como Ajax.</p>
<p style="text-align: left;">Com o advento desse tal Ajax, as telas baseadas em funcionabilidades puderam evoluir para telas baseadas em eventos &#8211; o que pode ser conversa para outro post <img src='http://programe.me/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  &#8211; Com essa utilidade, softwares web-based aumentaram em quantidade astronÃ´mica e junto levaram a complexidade Ã s alturas !</p>
<p style="text-align: left;">Essa tal de complexidade, comeÃ§ou a exigir dos softwares comunicaÃ§Ã£o com outros softwares, iteraÃ§Ã£o com diversos dispositivos: hardware hospedeiro; ferramentas e dispositivos fÃ­sicos plugados na mÃ¡quina cliente, ou seja, na mÃ¡quina que estÃ¡ acessando o software via browser. De frente Ã  toda essa necessidade, no Ã­nicio teimaram em prover tudo isso com sua <em>Linguagem de ProgramaÃ§Ã£o Preferida e Bala de Prata &#8482;</em>. O resultado ? Perda de desempenho, muito dinheiro gasto com cÃ³digos que apenas satisfazem a necessidade da linguagem (i.e. Java, oi ?) e noites sem dormir.</p>
<p style="text-align: left;">PHP Ã© uma excelente linguagem <span style="text-decoration: line-through;">que muitos programadores PHP ainda nÃ£o conhecem</span> porÃ©m, nÃ£o insista em controlar a impressora do cliente com a tal linguagem por que vocÃª simplesmente tomarÃ¡ na cabeÃ§a !</p>
<p style="text-align: left;">Disso, <em>surgiu</em>, assim digamos, um novo tipo de programador: o poliglota. Isso nÃ£o quer dizer que entender ahn, COBOL e PHP torne-o passÃ­vel de ser tachado como tal. Martin Fowler em <a href="http://www.infoq.com/br/interviews/martin-fowler-agile-brazil" target="_blank">entrevista</a> Ã  Paulo Silveira na Agile Brazil 2010, afirmou sem titubear que o programador poliglota Ã© aquele que trabalha com mais de uma linguagem de programaÃ§Ã£o <strong>em um mesmo software</strong>.</p>
<p style="text-align: left;">Neal Ford, tem uma visÃ£o um pouco mais abrangente sobre poliglotismo: ele afirma no livro <a href="http://pragprog.com/titles/twa/thoughtworks-anthology" target="_blank">The ThoughtWorks Anthology</a> que o grande ponto do poliglotismo Ã© aproveitar o que cada linguagem que roda sobre a JVM tem de melhor a oferecer. Ele dÃ¡ exemplos de Java + Groovy; Java + JRuby e atÃ© Java + Jaskell. Isso Ã© sem dÃºvidas infinitamente melhor do que tentar fazer uma aplicaÃ§Ã£o em PHP e testÃ¡-la com Ruby e <a href="http://github.com/aslakhellesoy/cucumber" target="_blank">Cucumber</a> sem qualquer tipo de integraÃ§Ã£o direta =P</p>
<p style="text-align: left;">Desenvolver desta forma Ã© mais comum do que se pensa ! Os <acronym title="por isso o 'pseudomoderno' no tÃ­tulo">primÃ³rdios dos Internet Banking&#8217;s</acronym> foram construÃ­dos &#8211; e assim continuam &#8211; desta forma. <span style="text-decoration: line-through;">Nada de arquitetura SOA !</span> &#8211; O banco ABN AMRO <a href="http://www.jistem.fea.usp.br/index.php/jistem/article/view/10.4301%252FS1807-17752006000100002" target="_blank">tem um artigo sobre SOA publicado no JISTEM-USP</a> &#8211; Ã‰ utilizado Java e PHP com o mÃ³dulo <em>PHP-Java bridge</em> para tal mÃ¡gica. Empresas como Facebook, Last.fm, Google, Yahoo! utilizam mais de uma linguagem para uma mesma ferramenta como Ã© <a href="http://www.makeuseof.com/tag/facebook-work-nuts-bolts-technology-explained/" target="_blank">anunciado</a> na rede. Isto demanda profissionais com algumas caracterÃ­sticas:</p>
<ul style="text-align: left;">
<li>Livre de tecnologia. Os <em>fanboys</em> de linguagem de programaÃ§Ã£o ficam a ver navios;</li>
<li>DomÃ­nio da teoria. NÃ£o basta ficar preso Ã s facilidades de uma linguagem X ou Y; Faz-se necessÃ¡rio conhecer o por quÃª das coisas, pois uma linguagem pode ser mais ou menos <em>easy-to-use</em> do que a outra;</li>
<li>Interesse em conhecer novas formas e padrÃµes: nÃ£o adianta forÃ§ar-se a programar com o estilo Java com linguagens como Ruby. <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Camel_Case" target="_blank">Camel case</a> nÃ£o Ã© o <em>padrÃ£o</em> em Ruby;</li>
<li>Vontade em conhecer novas linguagens. No livro <a href="http://www.pragprog.com/titles/tpp/the-pragmatic-programmer" target="_blank">The Pragmatic Programmer</a> Ã© pelos autores recomendado que vocÃª aprenda uma linguagem nova a cada ano, e;</li>
<li>Estar apto a mudar <span style="text-decoration: line-through;">tudo</span> quase tudo, sempre!</li>
</ul>
<p style="text-align: left;">Diante de tudo isso, qual linguagem &#8220;investir&#8221;? Eu levo em consideraÃ§Ã£o a minha vontade na linguagem. NÃ£o Ã© porque a linguagem Scala nÃ£o estÃ¡ no topo dos mais procurados que eu nÃ£o partiria para aprendÃª-la e usÃ¡-la em meus projetos e experimentos pessoais. Ã‰ questÃ£o de afinidade com a linguagem. O mercado? VirÃ¡ atrÃ¡s de vocÃª de forma natural. <img src='http://programe.me/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: left;"><small><em>Artigo originalmente postado por mim no atÃ© entÃ£o blog Ready to Sail, hoje, o <a href="http://readytosail.vexcorp.com">planet da Vex</a>.</em></small></p>
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		<title>Procura-se o Programador SÃªnior</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 15:19:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hlegius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Featured Articles]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[developer]]></category>

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		<description><![CDATA[O que muito Ã© visto nas ofertas de &#8220;vagas&#8221; para programadores sÃ£o os rÃ³tulos JÃºnior, Pleno e SÃªnior. Mas, como saber em qual destes nÃ­veis vocÃª estÃ¡ ? E, Ã© possÃ­vel tachar pessoas com estes nÃ­veis ? JÃ¡ conversei com pessoas que batem o martelo facilmente dizendo: - Ã‰ por tempo. Â Eu programo em brainfuck [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O que muito Ã© visto nas ofertas de &#8220;vagas&#8221; para programadores sÃ£o os rÃ³tulos JÃºnior, Pleno e SÃªnior. Mas, como saber em qual destes nÃ­veis vocÃª estÃ¡ ? E, Ã© possÃ­vel tachar pessoas com estes nÃ­veis ?</p>
<p style="text-align: center;">
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.moma.org/collection/browse_results.php?object_id=79018"><img class=" " title="The Persistence of Memory" src="http://farm4.static.flickr.com/3023/3097529664_ffc705e57e.jpg" alt="The Persistence of Memory" width="500" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">Salvador Dali, 1931 - The Persistence of Memory</p></div>
<p>JÃ¡ conversei com pessoas que batem o martelo facilmente dizendo:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>- Ã‰ por tempo. Â Eu programo em <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Brainfuck" target="_blank">brainfuck</a> hÃ¡ seis anos, logo sou sÃªnior. </em></p>
<p>SerÃ¡ mesmo ?</p>
<p style="text-align: justify;">Em tempos modernos, fica ainda mais complexo fazer uma avaliaÃ§Ã£o deste tipo para programadores, arquitetos ou engenheiros de software, pois, nÃ£o Ã© somente uma linguagem de programaÃ§Ã£o que estÃ¡ em anÃ¡lise. Ã‰ todo um contexto que abrange desde a escolha do ambiente de desenvolvimento atÃ© relacionamento com stakeholders e domÃ­nio em metodologias e paradigmas de desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Se temos a anÃ¡lise temporal como invÃ¡lida, entÃ£o o que espera-se de um dito sÃªnior ?</p>
<p style="text-align: justify;">Para tal, conversei com trÃªs pessoas que estÃ£o diretamente envolvidas com estes aspectos.</p>
<p style="text-align: left;">&nbsp;</p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;">Creio que sim. Existem os profissionais seniores, porÃ©m muitas pessoas, e empresas, acabam confundindo o nÃ­vel do profissional com o seu tempo de experiÃªncia.</p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;">Em minha visÃ£o, o tempo de experiÃªncia Ã© importante, porÃ©m, nÃ£o determinante para rotular um profissional, ou seja, Ã© perfeitamente possÃ­vel existirem seniores com 3 anos de experiÃªncia e juniores com 15 anos.</p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;">O profissional JÃºnior, Ã© aquele que jÃ¡ desempenha as tarefas com certa autonÃ´mia, porÃ©m, necessita de um maior tempo de pesquisa e em alguns casos de orientaÃ§Ã£o.</p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;">Por sua vez, o pleno jÃ¡ demora um tempo menor para realizar as mesmas tarefas alÃ©m de nÃ£o necessitar de orientaÃ§Ãµes referente aquela tarefa. O que difere o pleno de um sÃªnior Ã© a visÃ£o holistica, ou seja, para ser um profissional sÃªnior Ã© preciso possuir habilidades complementares as necessÃ¡rias para o desenvolvimento daquela tarefa, isso ajuda acima de tudo no desenho de uma melhor soluÃ§Ã£o alÃ©m de maior facilidade no tratamento de problemas.</p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;">Outro ponto que vale ser observado, Ã© que muitas vezes o sÃªnior Ã© destacado para tarefas simples, que nÃ£o exige um conhecimento avanÃ§ado, como seguir um procedimento de criaÃ§Ã£o de usuÃ¡rio. Esse fato, alÃ©m de desmotivar o profissional, gasta recursos de forma imprudente, jÃ¡ que sÃ£o os seniores que deveriam criar os procedimentos a serem seguidos, alÃ©m de desenhar soluÃ§Ãµes para problemas e corrigir falhas crÃ­ticas ou em serviÃ§os crÃ­ticos.</p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://twitter.com/bufoni" target="_blank">VinÃ­cius Bufoni</a>, coordenador de engenharia web na <a href="http://www.vexcorp.com" target="_blank">Vex</a></p>
<p style="text-align: left;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">&nbsp;</p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;">Este Ã© um assunto interessante. Na maioria dos lugares as pessoas usam &#8220;anos de experiÃªncia&#8221; como medida para classificar. Esta Ã©, na minha experiÃªncia, uma das piores maneiras de se fazer este tipo de classificaÃ§Ã£o. Uma pessoa que desenvolve em, digamos, JSP e Servlets Java por 10 anos nÃ£o necessariamente tem 10 anos de experiÃªncia desenvolvendo software, ele tem experiÃªncia desenvolvendo JSP e Servlets! E mesmo assim, tempo gasto em uma tecnologia nÃ£o estÃ¡ diretamente relacionado com proficiÃªncia nesta. Enfim, utilizar tempo para medir experiÃªncia Ã©, normalmente, uma besteira.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">A forma com que eu tenho lidado com esta relaÃ§Ã£o entre nÃ­veis de desenvolvedores, atualmente, Ã© usando algo chamado modelo Dreyfus de aquisiÃ§Ã£o de conhecimento: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Dreyfus_model_of_skill_acquisition" target="_self">http://en.wikipedia.org/wiki/Dreyfus_model_of_skill_acquisition</a> .</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">Normalmente eu tenho as Ã¡reas em que eu considero que meu time deve ser competente (este post: <a href="http://fragmental.tw/2009/11/24/i-wish-i-knew-that-before-getting-this-job-â€“-slides-and-long-notes/" target="_blank">http://fragmental.tw/2009/11/24/i-wish-i-knew-that-before-getting-this-job-â€“-slides-and-long-notes</a> da uma idÃ©ia sobre quais seriam estas Ã¡reas) e uso o Dreyfus para tentar entender onde cada um estÃ¡ nestas competÃªncias. Tem funcionado relativamente bem para mim mas ainda Ã©, como sempre serÃ¡, problemÃ¡tico e, por muitas vezes, injusto.</p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: right;"><a href="http://fragmental.tw/" target="_blank">Phillip CalÃ§ado</a>, consultor na <a href="http://www.thoughtworks.com" target="_blank">ThoughtWorks</a></p>
<p style="text-align: left;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">&nbsp;</p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;">Do meu ponto de vista um profissional sÃªnior Ã© acima de tudo auto suficiente, Ã© o tipo de profissional em que vocÃª nÃ£o precisa passar o que deve ser feito, ele geralmente entende seu papel em uma equipe e como pode contribuir.</p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;">Um profissional SÃªnior consegue tomar decisÃµes e assumir responsabilidades, ele nÃ£o depende de alocaÃ§Ãµes e precisa de muito pouca supervisÃ£o gerencial e tÃ©cnica.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">Geralmente um profissional SÃªnior tambÃ©m, estÃ¡ sempre atualizado e esta sempre ligado em tendÃªncias do mercado e em como adaptar estas novidades a sua realidade nos projetos em que esta envolvido.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">&#8220;Tempo&#8221; de experiÃªncia na verdade nÃ£o Ã© tÃ£o importante, mas a diversidade e intensidade da experiÃªncia da pessoa Ã© extremamente importante, se ele esteve envolvido uma grande diversidade de projetos e atuou em papeis dos mais diversos, um profissional sÃªnior geralmente consegue se adaptar pois jÃ¡ trabalhou em diversos papÃ©is e com diversos times.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">No caso de grandes empresas de Internet, como o Yahoo!, Ã© vital que o profissional sÃªnior entenda de e tenha tido vivÃªncia com projetos de grande escala, e que entenda de Sistemas, arquiteturas e plataformas que funcionem com grandes volumes de acesso e demandam muita performance.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">NÃ£o gosto muito destes rÃ³tulos, mas um profissional Pleno depende de um nÃ­vel de supervisÃ£o/apoio maior. Um Pleno tambÃ©m tende a ser mais inseguro na tomada de decisÃµes e definiÃ§Ãµes mais complexas.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">Mas a principal diferenÃ§a Ã© a experiÃªncia, bagagem de conhecimento. Em entrevistas sempre pergunto qual foi o maior desastre da carreira da pessoa, espero que ele me diga quais foram os erros e o que ele aprendeu com isso. Isso mostra maturidade em relaÃ§Ã£o a tentativa/erro, onde nÃ£o se deve temer cometer erros e que sempre devemos aprender com eles e continuar tentando. Isso Ã© chave para ser inovador.</p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://me.me/acarlos1000" target="_blank">AntÃ´nio Carlos Silveira</a>, diretor de Produto e Engenharia, <a href="http://yahoo.com.br" target="_blank">Yahoo! AmÃ©rica Latina</a></p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: left;">Cada um tem seus mÃ©todos de anÃ¡lise, mas ficou evidente que contar os dias no calendÃ¡rio jÃ¡ nÃ£o Ã© mais tÃ£o convincente como parecia <img src='http://programe.me/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Programador apaixonado</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Jun 2010 22:10:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hlegius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Dia-a-dia]]></category>
		<category><![CDATA[PHP]]></category>

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		<description><![CDATA[Ser programador Ã© uma coisa engraÃ§ada ! Tenho visto recentemente vÃ¡rias movimentaÃ§Ãµes por parte de programadores, buscando juntar-se para: programar ! Ã‰ possÃ­vel reparar que a quantidade de grupinhos que buscam aprender coisas novas &#8211; sejam elas linguagens da hype &#8211; metodologias ou ainda algum projeto pessoal integrando algumas linguagens, dados pÃºblicos e uma interface [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Ser Programador" href="http://hlegius.pro.br/ser-programador" target="_blank">Ser programador</a> Ã© uma coisa engraÃ§ada ! Tenho visto recentemente vÃ¡rias movimentaÃ§Ãµes por parte de programadores, buscando juntar-se para: <strong>programar</strong> !<br />
Ã‰ possÃ­vel reparar que a quantidade de grupinhos que buscam aprender coisas novas &#8211; sejam elas linguagens da <em>hype</em> &#8211; metodologias ou ainda algum projeto pessoal integrando algumas linguagens, dados pÃºblicos e uma interface dita Web 2.0.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.flickr.com/photos/danicuki/4671867058/in/set-72157624208353028/"><img title="Random Hack of Kindness SÃ£o Paulo 2010 por danicuki" src="http://farm2.static.flickr.com/1275/4671867058_104bf2b4eb.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">Random Hack of Kindness SÃ£o Paulo 2010 por danicuki</p></div>
<p>Eventos como Yahoo! Open Hack day; Google Developer Day; o recente Random Hack of Kindness; <a href="http://www.codingdojo.org" target="_blank">Coding Dojo</a> (o de Sampa no IME da USP estÃ¡ meio inativo ao que consta); e vÃ¡rios outros movimentos iniciados atÃ© por empresas, como a prÃ³pria <a href="http://www.caelum.com.br" target="_blank">Caelum</a> que jÃ¡ abriu as portas para criar um ambiente onde programdores pudessem se juntar e desenvolver suas coisas, ou mesmo que fechado ao grupo de programadores da mesma como jÃ¡ ouvi relatos de programadores.</p>
<p>O que leva esse bando de programador <em>malhucos</em> das cavernas a participarem com empolgaÃ§Ã£o destes eventos &#8211; muitas das vezes apenas com <em>free lunch</em> e Internet 0800 ? SÃ£o desocupados ? Loucos ?</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.flickr.com/photos/acarlos1000/4448541107/"><img title="Yahoo! Open Hack Day Brazil 2010" src="http://farm5.static.flickr.com/4020/4448541107_bf35ab2bea.jpg" alt="Yahoo! Open Hack Day Brazil 2010" width="500" height="281" /></a><p class="wp-caption-text">Yahoo! Open Hack Day Brazil 2010 por AntÃ´nio Carlos</p></div>
<p>Simples: adoram o que fazem ! SÃ£o essas pessoas que geralmente criam tendÃªncias, aplicam ideias e tomam iniciativas nas corporaÃ§Ãµes em que trabalham; SÃ£o os mesmos developers que passam horas a fio programando com vÃ¡rios livros de nomes <em>nonsense</em> Ã  tira-colo; ou que criam projetos pessoais para suprir uma necessidade prÃ³pria e acabam chamando a atenÃ§Ã£o de muita gente &#8211; vide tantas <em>startups</em> bem sucessidas criadas e mantidas por programadores.</p>
<p>Geralmente esses mesmos programadores conhecem pelo menos duas linguagens. O motivo ? Curiosidade ! Pouco importa se Ruby on Rails farÃ¡ sucesso no mercado coorporativo ou se Python nÃ£o agrada o chefe. Ã‰ legal para eles, entÃ£o, investem tempo nisto.</p>
<p>Sempre em busca de novos conhecimentos, fanÃ¡ticos pela arte em programar e fazer coisas novas; de novas formas e com novas ferramentas. Criam coisas, compartilham o feito e ainda passam a diante o novo conhecimento com artigos, blogs ou seminÃ¡rios. SÃ£o programadores sempre motivados que buscam fazer uma anÃ¡lise crÃ­tica sobre suas prÃ³prias formas de programaÃ§Ã£o buscando a evoluÃ§Ã£o das ideias.</p>
<p>Vida social ? Muito bem, obrigado ! Nestas idas e vindas acabam conhecendo pessoas, lugares e oportunidades diferentes. Trocam ideias, conversam, trocam contactos das redes sociais; <acronym title="PHPinga, oi ?">juntam-se em botecos</acronym> ou equivalentes tornando o simples ato de programar em grupo em praticamente uma festa completa ! <img src='http://programe.me/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		</item>
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		<title>8++ perguntas para @marcelotoledo</title>
		<link>http://programe.me/8-perguntas-para-marcelotoledo/</link>
		<comments>http://programe.me/8-perguntas-para-marcelotoledo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 May 2010 16:52:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hlegius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[SÃ©ries]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[developers]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>

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		<description><![CDATA[O entrevistado da vez Ã© o Marcelo Toledo, atual CTO da Vex &#8211; tambÃ©m conhecido como meu chefe. Ele mantÃ©m um blog em http://marcelotoledo.org. 1.&#8221;The early years&#8221;. O meu primeiro computador veio tarde, foi um 386, mas foi o suficiente para me introduzir no mundo dos computadores e me deixar completamente fascinado. Quando comprei meu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O entrevistado da vez Ã© o <a href="http://twitter.com/marcelotoledo" target="_blank">Marcelo Toledo</a>, atual CTO da <a href="http://www.vexcorp.com" target="_blank">Vex</a> &#8211; <em>tambÃ©m conhecido como meu chefe</em>. Ele mantÃ©m um blog em <a href="http://marcelotoledo.org" target="_blank">http://marcelotoledo.org</a>.</p>
<p><strong>1.&#8221;The early years&#8221;.</strong></p>
<p>O meu primeiro computador veio tarde, foi um 386, mas foi o suficiente para me introduzir no mundo dos computadores e me deixar completamente fascinado. Quando comprei meu primeiro modem foi que a coisa comeÃ§ou a tomar forÃ§a, acessava as BBSs e quando finalmente a internet apareceu, tive certeza o que queria fazer da minha vida.</p>
<p>Desde cedo comecei nos esportes, durante vÃ¡rios anos fui atleta profissional, nadava duas vezes ao dia, de segunda a sÃ¡bado. ComeÃ§ava de madrugada, das 5 Ã s 6:30, a tarde, das 4 Ã s 5 tinha preparaÃ§Ã£o fÃ­sica, e das 5 Ã s 7:30 era o treinamento principal na Ã¡gua. Eu nadava em mÃ©dia mÃ©dia 12 a 14km por dia.</p>
<p>Meu primeiro livro foi a histÃ³ria do Kevin Mitnick, nÃ£o deu outra, ele foi minha maior referencia e inspiraÃ§Ã£o na infÃ¢ncia/adolescÃªncia, comei a estudar programaÃ§Ã£o, Linux, BSD, montei um grupo hacker, comecei a andar com os melhores hackers do Brasil e alÃ©m da nataÃ§Ã£o, computador era uma das coisas que eu mais gostava no mundo.</p>
<p>Nunca fui bom aluno, sempre achei um saco a escola e a forma como ensinavam as coisas. Tomava broncas homÃ©ricas quando meu boletim chegava. Um dia, para deixar meu pai feliz, larguei a coisa mais importante da minha vida, para mostrar o quanto eu estava empenhado em estudar. SaÃ­ da nataÃ§Ã£o e resultado, nada mudou. SÃ³ que mais tarde eu entendi que tudo aquilo foi importante para eu ingressar no mundo profissional. Deixei de ser hacker e comecei a entender como o mundo dos negÃ³cios funcionava. Mergulhei no software livre, que acabou me abrindo todas as primeiras portas.</p>
<p><strong>2. Totalmente direto quando o assunto Ã© Java. Por quÃª tamanho desdÃ©m por uma das linguagens mais utilizadas no meio corporativo ?</strong></p>
<p>De jeito nenhum, deixei de ser radical ainda novo, acho o Java uma excelente linguagem e plataforma de desenvolvimento, foi responsÃ¡vel por uma expansÃ£o brutal do nosso mercado, mas infelizmente em todos os problemas que eu encontro na vida, existe uma soluÃ§Ã£o mais interessante que o java. VocÃª que trabalha comigo aqui na <em>Vex</em>, sabe que temos uma Ã¡rea web, outra de redes, outra de sistemas embarcados e agora teremos aplicativos desktop e mobile e mesmo assim o Java nÃ£o entra como minha primeira opÃ§Ã£o em nenhuma delas.</p>
<p><strong>3. Como um bom programador vocÃª deve possuir uma linguagem que tenha mais afinidade e como consequÃªncia, habilidade. Qual seria e por quÃª ?</strong></p>
<p>Depois de tantos anos programando, percebo que nÃ£o existe uma linguagem que te acompanha para o resto da vida como sua melhor linguagem, em cada momento ou fase da minha vida eu tive uma linguagem de programaÃ§Ã£o mais presente, a que atÃ© hoje nunca foi superada na minha opiniÃ£o, o C, mas tem suas aplicaÃ§Ãµes limitadas, obviamente eu nÃ£o usaria e nÃ£o uso C para uma serie de aplicaÃ§Ãµes, mas considero uma linguagem pura e eficiente, elegante quando bem utilizada. Em linguagens de script para servidor, gosto muito do Python. Para desenvolvimento web, confesso que o Rails tem roubado os meus holofotes. Programei muito em muitas outras linguagens, de Assembly a Visual Basic ou Delphi, acredite, programei nessas linguagens. Mas teve fase da minha vida que fui apaixonado por Lisp. TambÃ©m fui apaixonado por C++ e PHP e tambÃ©m programei bastante no quase falecido Pascal.</p>
<p><strong>4. De developer Ã  manager. VocÃª tinha como objetivo este &#8220;desvio&#8221; na carreira ou chegou como uma boa oportunidade ?</strong></p>
<p>Nunca tive a pretensÃ£o de ser chefe, mais importante ainda, nunca tive interesse em ser chefe. Sempre fui extremamente tÃ©cnico, minhas leituras sempre foram regadas a tÃ³picos bem profundos da tecnologia. Por este motivo eu admirava empresas gringas que valorizavam bons engenheiros, eu imaginava que poderia continuar como engenheiro e ainda assim ter um nÃ­vel salarial comparado a um gerente ou diretor. Mas ei, eu estava no Brasil, a cena de tecnologia era praticamente nula, eu tive que mudar minha mentalidade e subir a escadinha dos cargos, hoje eu sei que as coisas sÃ£o bem diferentes e hoje jÃ¡ Ã© possÃ­vel ser um eterno engenheiro com um bom salÃ¡rio, ainda nÃ£o Ã© fÃ¡cil, pois sÃ£o raras as empresas que dÃ£o boas condiÃ§Ãµes no Brasil. Mas desde entÃ£o passei a estudar e aprender este outro mundo, marketing, finanÃ§as, vendas, gestÃ£o de pessoas, polÃ­tica, etc. Ainda bem que eu tive essa vontade de ser eterno engenheiro e nÃ£o consegui, assim como vÃ¡rias outras vontades na minha vida que eu nÃ£o realizei, hoje todas elas sÃ£o minhas metas de vida, para tornar isso realidade para alguÃ©m. Pratico hoje o que eu busco amanhÃ£, meu funcionÃ¡rio ideal Ã© aquele que tem amor incondicional pelo que faz, assim como eu tive e tenho pela tecnologia.</p>
<p><strong>5. Seguindo a nomeclatura do mercado, temos cargos baseados em nÃ­veis por, em teoria, conhecimento: JÃºnior, Pleno e SÃªnior. Assumindo que vocÃª estÃ¡ em busca de um profissional dito sÃªnior, qual seria sua forma ou metodologia para tachar Foolano ou Ciclano adequado ao tÃ­tulo ?</strong></p>
<p>Vale lembrar que eu sou totalmente contra as formas tradicionais de organizaÃ§Ã£o de recursos humanos, muitas empresas acabam errando ao fazer isso. Falando especificamente de engenharia de sistemas, o conhecimento tÃ©cnico Ã© sempre um prÃ©-requisito para um sÃªnior, um candidato que se propÃµe a trabalhar com um determinado assunto e nÃ£o domina completamente o assunto Ã© eliminado imediatamente. AlÃ©m disso, o cargo Senior pressupÃµe que o engenheiro tem muita experiÃªncia prÃ¡tica, escreveu centenas de milhares de cÃ³digos, passou por dificuldades em diversos tipos de sistemas diferentes. Mas eu ainda assim penso que cada pessoa Ã© Ãºnica, nÃ£o pode ser tratada genericamente, jÃ¡ tive gÃªnios na minha equipe que eram completamente loucos e anti-sociais, impossÃ­veis de trabalhar em equipe, uma maÃ§Ã£ podre que todos nÃ³s sabemos qual destino tem. A histÃ³ria de vida de cada um tem importÃ¢ncia, outras aptidÃµes, estilo de vida, equilÃ­brio e controle emocional tambÃ©m formam um profissional SÃªnior.</p>
<p><strong>6. Mantendo a linha sob o foco de nÃ­veis em cargos, quais seriam as diferenÃ§as fundamentais entre um programador pleno e sÃªnior ?</strong></p>
<p>Este Ã© tema para um artigo, mas resumidamente, eu gosto de definir as caracterÃ­sticas para cada um dos cargos, aplicar uma pontuaÃ§Ã£o a cada uma delas e definir os interva-los para os cargos propostos, como vocÃª mencionou poderia ser Junior, Pleno e SÃªnior.</p>
<p>Por exemplo:</p>
<ol>
<li>FormaÃ§Ã£o acadÃªmica (x pontos)</li>
<li>Linhas de cÃ³digo escrita (y pontos)</li>
<li>Tempo de experiÃªncia (z pontos)</li>
<li>&#8230; (n pontos)</li>
</ol>
<ul>
<li>Junior &#8211; 10 pontos</li>
<li>Pleno  &#8211; 20 pontos</li>
<li>SÃªnior &#8211; 30 pontos</li>
</ul>
<p>Essa metodologia funciona muito bem se muito bem testada e validada, mas como mencionei acima, muitas empresas utilizam algo similar de forma completamente errada. Quantas empresas que conhecemos que definem para um engenheiro de sistema que a formaÃ§Ã£o acadÃªmica Ã© um prÃ©-requisito? Um detalhe besta que faz com que perca-se pessoas brilhantes. Vale lembrar o que eu jÃ¡ mencionei vÃ¡rias vezes, os melhores programadores que eu conheci na vida nÃ£o tinham formaÃ§Ã£o acadÃªmica.</p>
<p><strong>7. Com o &#8220;boom&#8221; das metodologias Ã¡geis, comeÃ§aram a preocupar-se mais com processos de desenvolvimento de software. O que temos atualmente, porÃ©m, sÃ£o muitas empresas sem processos e metodologias mesmo que primÃ¡rias para gerenciar a produÃ§Ã£o (de software). Como gestor, qual sua visÃ£o sobre esta falta de processos e qual a soluÃ§Ã£o que vocÃª indicaria para uma possÃ­vel adoÃ§Ã£o ?</strong></p>
<p>Quando eu comecei a trabalhar nÃ£o falava-se muito neste assunto, anos mais tarde eu me vi em meio a implantaÃ§Ã£o de ISO 9001 e CMMI. O CMMI Ã© uma das coisas mais radicais que eu vi na vida, impraticÃ¡vel, nÃ£o se da um peido sem levantar os requisitos, prazo, riscos, conseqÃ¼Ãªncias e pedir permissÃ£o e apÃ³s autorizado registrar em log, relatÃ³rios, liÃ§Ãµes aprendidas, etc. Sou totalmente contra alguÃ©m fazer algo do tipo, pelo jeito muitas pessoas sÃ£o, nÃ£o foi a toa que surgiu as metodologias Ã¡geis, que se preocupa somente com o que realmente funciona. Meu conselho para este de prÃ¡tica Ã©, aprenda as melhores, utilize somente o que fizer sentido. NÃ£o seja radical, pois as vezes a melhor metodologia Ã© nÃ£o ter metodologia.</p>
<p><strong>8. Ã‰ comum ler pela rede a seguinte expressÃ£o: &#8220;Desenvolva para mudanÃ§as&#8221;. Para tal, Ã© fundamental o foco na qualidade do software produzido/mantido. Apesar de Ã³bvio, nÃ£o Ã© isto que realmente acontece. A qualidade, no mundo real, Ã© sim um fator &#8220;negociÃ¡vel&#8221; e por isso falhas, insatisfaÃ§Ã£o do cliente e o retrabalho aumentam drasticamente. Em seu ponto de vista, qual o problema em fazer da qualidade uma constante ao projetar software ?</strong></p>
<p>O dia em que o chefe absoluto da sua empresa for um engenheiro que passou por tudo isso que vocÃª esta passando, pode ser que isso nÃ£o mais aconteÃ§a.</p>
<p><strong>8++. Como vocÃª tem mantido organizadas atividades profissionais na Vex e projetos pessoais ? Utiliza-se de ferramentas ou tÃ©cnicas de organizaÃ§Ã£o pessoal ou tem mantido tudo nos renomados checklists (i.e. Remember The Milk) ? E como tem feito uso de tais ferramentas ? (dica de <a href="http://twitter.com/chanelym" target="_blank">@chanelym</a>)</strong></p>
<p>JÃ¡ inventei muito para me organizar, hoje eu posso dizer que eu alcancei uma forma prÃ¡tica e funcional de me organizar bem. Eu pratico muitos conceitos do GTD e tenho duas principais ferramentas, um gerenciador de tarefas, utilizo o Things (<a href="http://culturedcode.com/things/" target="_blank">http://culturedcode.com/things/</a>), que me acompanha em meus computadores, iPhone e futuramente no iPad, e um bom calendÃ¡rio (iCal), paralelamente utilizo muito o AddressBook, tudo sincronizado com Push.</p>
<p>Chegou a hora delas, as palavras finais&#8230;</p>
<p>Novamente, obrigado por aceitar o convite <img src='http://programe.me/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
ParabÃ©ns pela iniciativa do blog, continue sempre escrevendo, foi um prazer responder a sua entrevista. Boa sorte e continue firme e forte, pois enxergo em vocÃª um potencial muito grande.</p>
<p>Meu blog empoeira Ã s vezes, mas para quem quiser visitÃ¡-lo: <a href="http://blog.marcelotoledo.org " target="_blank">http://blog.marcelotoledo.org</a>.</p>
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		<title>8++ perguntas para o @hlegius</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 00:29:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hlegius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[hlegius]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[PHP]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[O Chris, um chapa (ainda) virtual, viciado (e rato) em programaÃ§Ã£o de interfaces, convidou-me a participar de uma entrevista informal. Queria ouvir ler meus pontos de vista em relaÃ§Ã£o Ã  alguns temas e tambÃ©m, perguntas sobre meu lado profissional. Topei ! Respondi 8++ questÃµes as quais podem ser vistas acessando o blog dele. AgradeÃ§o o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.chrisb.com.br/blog/">Chris</a>, um chapa (ainda) virtual, viciado (e rato) em programaÃ§Ã£o de interfaces, convidou-me a participar de uma entrevista informal. Queria <strike>ouvir</strike> ler meus pontos de vista em relaÃ§Ã£o Ã  alguns temas e tambÃ©m, perguntas sobre meu lado profissional.</p>
<p>Topei ! Respondi 8++ questÃµes as quais podem ser vistas acessando o <a href="http://www.chrisb.com.br/blog/8-perguntas-para-o-hlegius/">blog dele</a>.</p>
<p>AgradeÃ§o o convite e deixo aqui um convite formal para um bate-papo numa (un)conference qualquer. o/</p>
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		<title>Zend Certified Engineer</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 23:25:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hlegius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Featured Articles]]></category>
		<category><![CDATA[PHP]]></category>
		<category><![CDATA[ProgramaÃ§Ã£o]]></category>
		<category><![CDATA[zend]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de quase um ano enrolando para tentar a prova de certificaÃ§Ã£o da Zend, eu tomei coragem e no sÃ¡bado, 15 de agosto deste ano, eu finalmente fui fazer a prova no Centro de Testes autorizado da Vue, no Senac, em SÃ£o Paulo. O check-in para a prova Ã© um pouco tenso colocando ainda mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de quase um ano enrolando para tentar a prova de certificaÃ§Ã£o da Zend, eu tomei coragem e no sÃ¡bado, 15 de agosto deste ano, eu finalmente fui fazer a prova no Centro de Testes autorizado da Vue, no Senac, em SÃ£o Paulo.</p>
<p>O check-in para a prova Ã© um pouco tenso colocando ainda mais medo em quem vai fazer a prova. Documentos em inglÃªs, assinar em trÃªs lugares diferentes, marcar hora de entrada, guardar itens no guarda-volumes e entrar liso, apenas com o crachÃ¡ da instituiÃ§Ã£o em uma baiazinha apertada de 1x1 metro quadrado onde mal cabe vocÃª e o computador.</p>
<p>Essa baia tem um alÃ©m do PC - totalmente travado e rodando Windows 2000 - um fone para os ruÃ­dos externos nÃ£o atrapalhar-te durante a prova. Bem acima hÃ¡ uma cÃ¢mera filmando todas suas aÃ§Ãµes e a Ãºnica coisa permitida Ã© utilizar o teclado, mouse e uma folha de anotaÃ§Ãµes com apagador e canetÃ£o para lousa.</p>
<p>Na minha prova, resumidamente caiu: <strong>PHP 4, 5, diferenÃ§as entre 4 e 5 e uma pergunta de PHP 3</strong>. Design patterns caiu umas quatro ou cinco questÃµes. Admito que era necessÃ¡rio pensar, nÃ£o era perguntinha boba como do tipo: <em>"o padrÃ£o que faz tal coisa Ã© : ..., ..., ..."</em>. Era necessÃ¡rio analisar a melhor soluÃ§Ã£o com as patterns lÃ¡ descrimidas e fazer sua escolha. Gostei dessa parte <img src='http://programe.me/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Havia perguntas cabulosas onde era alterada vÃ¡rias vezes e de vÃ¡rias formas um objeto copiando, referÃªnciando e tudo mais; para no fim ele requerer a saÃ­da de todas variÃ¡veis que aquele objeto teve durante o ciclo de vida.</p>
<p>Caiu coisas sobre seguranÃ§a, PDO, SQLite, perguntas especÃ­ficas de banco de dados - coisas como definir transaÃ§Ã£o, prepared-statements, ... - comparaÃ§Ã£o de tipos, coisas sobre arrays e refatoraÃ§Ã£o de cÃ³digo. Neste Ãºltimo ele fornecia um cÃ³digo legado em PHP 4 e pedia a versÃ£o em PHP 5. Nada complexo, coisas simples, somente para testar se vocÃª conhece PHP4 <img src='http://programe.me/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>O tempo de prova Ã© excelente. 90 minutos para 70 questÃµes. Eu finalizei a prova restando pouco mais de 40 minutos. Super tranquilo. Fiz sem pressa, na calma, lendo e pensando nas soluÃ§Ãµes.</p>
<p>Ã‰ totalmente permitido pular questÃµes e depois voltar nelas, porÃ©m, nÃ£o fiz isto. Fui na sequÃªncia. Direto !</p>
<p>Ao fim, ele mostra as questÃµes que possÃ­velmente nÃ£o tenham sido respondidas e pergunta se vocÃª quer finalizar a prova. Clicando que sim, ele confirma novamente e informa que nÃ£o hÃ¡ mais volta :O</p>
<p>Ao confirmar novamente, aparece uma barrinha de "loading...". Ela ficou por alguns segundos, que mais pareciam uma eternidade. Respirei fundo e olhei para a tela novamente. Vi em negrito e em h1: <strong>Congratulations ! You passed</strong> (..) [alguma coisa a mais que eu nao lembro]</p>
<p>Respiro de alÃ­vio e ao mesmo tempo ergui as mÃ£os e falei meio que sem voz: <em>Eu consegui !</em></p>
<p>SaÃ­ da salinha mais do que depressa e ao chegar na recepÃ§Ã£o jÃ¡ havia um<a href="http://www.flickr.com/photos/hlegius/3823797858/" target="_blank"> "comprovante" da prova </a>informando que eu havia passado<em>, </em>com data, hora<em> </em>e meu cÃ³digo da prova.</p>
<p>Agora estou esperando chegar a certificaÃ§Ã£o pelos correios e pelo que andei olhando no Flickr, junto virÃ¡ um adesivo Zend Certified PHP 5 para eu colar <span style="text-decoration: line-through;">na testa </span>onde quiser.</p>
<p>A prova exige que vocÃª tenha vivÃªncia com a linguagem. NÃ£o adianta "decorar", comer livros ou fazer cursos de verÃ£o. EsqueÃ§am. Precisa saber o que acontece quando as coisas dÃ£o certo e principalmente: o comportamento das coisas quando dÃ£o errado. Como por exemplo:</p>
<div class="igBar"><span id="lcode-2"><a href="#" onclick="javascript:showPlainTxt('code-2'); return false;">PLAIN TEXT</a></span></div>
<div class="syntax_hilite"><span class="langName">CODE:</span>
<div id="code-2">
<div class="code">
<ol>
<li style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace; color: black; font-weight: normal; font-style: normal;color:#3A6A8B;">
<div style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace; font-weight: normal;">&lt;?php </div>
</li>
<li style="font-weight: bold;color:#26536A;">
<div style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace; font-weight: normal;">$arrFake = <span style="color:#CC0000;">"aqui era para ser um array, mas nÃ£o Ã©. Qual Ã© o resultado ?"</span>;</div>
</li>
<li style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace; color: black; font-weight: normal; font-style: normal;color:#3A6A8B;">
<div style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace; font-weight: normal;">echo count<span style="color:#006600; font-weight:bold;">&#40;</span>$arrFake<span style="color:#006600; font-weight:bold;">&#41;</span>; ?&gt; </div>
</li>
</ol>
</div>
</div>
</div>
<p></p>
<p>VocÃª pode - e deve - pesquisar por simulados online e realizar testes com a linguagem. A melhor coisa que vocÃª pode fazer Ã© ler o manual do PHP. Melhor fonte para aprender bem o PHP. HÃ¡ tambÃ©m o <a href="http://www.zend.com/store/education/certification/self-test.php">Zend Self-test</a> que vocÃª poderÃ¡ tentar tambÃ©m.</p>
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		<title>Freelancer vs agÃªncia: Revista TI Digital</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Mar 2009 14:17:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hlegius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Dia-a-dia]]></category>
		<category><![CDATA[hlegius]]></category>
		<category><![CDATA[RÃ¡pidas]]></category>
		<category><![CDATA[vida de freela]]></category>

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		<description><![CDATA[Salve ! A primeira ediÃ§Ã£o da Revista TI Digital saiu no comeÃ§o de marÃ§o, porÃ©m, aqui na Terra da MaÃ§Ã£, chegou Ã s bancas apenas na semana passada. As matÃ©rias da revista estÃ£o focadas no desenvolvimento de software no geral, seja PHP, Java e qualquer outra ferramenta livre ou proprietÃ¡ria. Uma das matÃ©rias da ediÃ§Ã£o foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Salve !</p>
<p>A primeira ediÃ§Ã£o da <a href="http://www.revistatidigital.com.br" target="_blank">Revista TI Digital</a> saiu no comeÃ§o de marÃ§o, porÃ©m, aqui na Terra da MaÃ§Ã£, chegou Ã s bancas apenas na semana passada.<br />
As matÃ©rias da revista estÃ£o focadas no desenvolvimento de software no geral, seja PHP, Java e qualquer outra ferramenta livre ou proprietÃ¡ria.</p>
<p>Uma das matÃ©rias da ediÃ§Ã£o foi os prÃ³s e contras de ser freelancer ou um contratado normal. A matÃ©ria ao meu ver ficou balanceada, havendo quem defendesse totalmente o salÃ¡rio "fixo"; outro que defende o salÃ¡rio fixo, porÃ©m, sempre pega uns freelas e outro que vive apenas como freela <img src='http://programe.me/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.hlegius.pro.br/wp-content/uploads/2009/03/materia_helio.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter size-medium wp-image-329" title="MatÃ©ria Freela vs AgÃªncia: Revista TI Digital" src="http://www.hlegius.pro.br/wp-content/uploads/2009/03/materia_helio-300x170.jpg" alt="materia_helio" width="300" height="170" /></a></p>
<p>Apresentando o lado 100% freelancer da matÃ©ria eu procurei Â expor minha experiÃªncia nessa Ã¡rea, abordando a liberdade que hÃ¡ em trabalhar desta forma; aspectos como liberdade em escolher ferramentas e mÃ©todos de trabalho e tambÃ©m o lado gerencial da coisa.</p>
<p>Li o ponto de vista dos demais entrevistados, concordo com certos pontos apontados por eles, mas nÃ£o acredito em "estabilidade financeira". Um freelancer pode ficar sem projetos assim como um funcionÃ¡rio regular pode ficar sem emprego. Tudo depende do momento, do seu trabalho e claro, de seus contatos <img src='http://programe.me/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>NÃ£o repudio quem trabalha assim, cada qual joga seu jogo, quem sabe atÃ©, eu experimente trabalhar em agÃªncia para ver como Ã© !</p>
<p>Por fim, quem leu a revista e tenha algo a considerar sobre esta matÃ©ria, por favor, fique Ã  vontade para perguntar, criticar ou elogiar <img src='http://programe.me/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Gerenciando seus projetos e seu tempo</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 19:19:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hlegius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Dia-a-dia]]></category>
		<category><![CDATA[Featured Articles]]></category>
		<category><![CDATA[OrganizaÃ§Ã£o]]></category>
		<category><![CDATA[gtd]]></category>
		<category><![CDATA[projetos]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>

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		<description><![CDATA[Meu modelo de organizaÃ§Ã£o de tarefas. Ser freelancer nÃ£o Ã© uma tarefa fÃ¡cil, quem Ã© freelance sabe muito bem como que Ã© o dia-a-dia. A grande diferenÃ§a Ã© que alÃ©m de exercer a profissÃ£o de forma autÃ´noma, vocÃª precisa gerenciar seu negÃ³cio, relaÃ§Ã£o com clientes e seu tempo. A idÃ©ia Ã© ir adequando suas tarefas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/hlegius/2929974444/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3274/2929974444_ff2907ccb7_m.jpg" alt="Scrum hlegius.pro.br" /></a><br />
Meu modelo de organizaÃ§Ã£o de tarefas.</p>
<p>Ser freelancer nÃ£o Ã© uma tarefa fÃ¡cil, quem Ã© freelance sabe muito bem como que Ã© o dia-a-dia. A grande diferenÃ§a Ã© que alÃ©m de exercer a profissÃ£o de forma autÃ´noma, vocÃª precisa gerenciar seu negÃ³cio, relaÃ§Ã£o com clientes e seu tempo.</p>
<p>A idÃ©ia Ã© ir adequando suas tarefas na ordem que melhor combinar no seu dia-a-dia, mas como isso leva um tempo e essas adequaÃ§Ãµes sÃ³ vÃªm com o passar do tempo (e experiÃªncia) vou listar algumas idÃ©ias aqui que podem lhe serem Ãºteis.</p>
<p><strong>1. Separando seus horÃ¡rios.</strong></p>
<p>Obviamente, vocÃª como freelance, tem toda a autonomia do mundo para controlar seus horÃ¡rios, logo, Ã© fundamental separÃ¡-los para dedicar-se Ã s tarefas com mais empenho. Aqui funciona assim:<br />
Pela manhÃ£, eu leio o meu Scrum e minha agenda (de papel) vendo e separando os compromissos das tarefas. Ã‰ fundamental ter em mente que Compromisso Ã© diferente de tarefa.</p>
<blockquote><p>Um <em>compromisso </em> Ã© algo que tem dia e hora para comeÃ§ar e para acabar. Podemos assumir como exemplo a visita a um cliente ou levar seu cachorro para passear, por exemplo <img src='http://programe.me/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p></blockquote>
<blockquote><p>Uma <em>tarefa </em> Ã© algo que tem um dia para comeÃ§ar e acabar, mas nÃ£o estritamente tem uma hora para comeÃ§ar e finalizar. Como por exemplo, postar no seu blog ou aprontar aquele orÃ§amento bacana do seu futuro cliente (amÃ©m).</p></blockquote>
<p>Depois de ver que nÃ£o tenho compromisso algum naquele dia, vejo as tarefas que tenho que cumprir para manter-me em dia e dou o start. Sempre atento ao <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Scrum">Scrum </a> e a agenda sigo durante o dia, atualizando eles quando finalizo algo.</p>
<p>No fim da tarde, com as tarefas em dia, eu planejo o prÃ³ximo dia, definindo prioridades e atualizo Scrum e a agenda.<br />
Na parte de noite, como nÃ£o tenho mais a faculdade, eu dou um <em>tapa</em> no escritÃ³rio, estudo alguma coisa ou simplesmente nÃ£o faÃ§o nada.</p>
<p><strong>Resumo</strong>: vejo minhas tarefas, desenvolvo-as, atualizo scrum e agenda, preparo as novidades, estudo ou descanso.</p>
<p><strong>2. Fazendo as coisas funcionarem</strong></p>
<p>Obviamente no papel (ou na tela) Ã© tudo mÃ¡gico e simples, porÃ©m, eu sei muito bem que no dia-a-dia a <em>porca torce o rabo</em>.</p>
<p>VocÃª atÃ© consegue organizar suas prioridades antes das 8hs. Mas depois, Ã© cliente ligando, problemas aparecendo, uma verdadeira loucura !</p>
<p>Para contornar isto, Ã© simples: organize-se ! Sim, Ã© simples. Antes das 8hs esteja de pÃ© e acordado em seu local de trabalho. AtÃ© as 8:30hs tenha sua lista de pendÃªncias diÃ¡ria pronta e seu "roteiro" definido.</p>
<p>Se jÃ¡ tomou seu cafÃ©, dÃª o start nas tarefas, agora caso seje igual a mim, entÃ£o, tome um cafÃ© da manhÃ£ esperto e comece a fazer as coisas funcionarem.</p>
<p>Se nesse intervalo algum cliente ligar querendo uma visita sua, tente negociar para o dia seguinte (consulte sua agenda antes !) marcando um horÃ¡rio certo e tÃ£o rÃ¡pido quanto desligar o telefone, jÃ¡ anote este evento em sua agenda. Ã‰ batata ! NÃ£o tem erros !</p>
<p>ApÃ³s finalizar suas tarefas do dia, se ainda houver tempo, planeje seu prÃ³ximo dia, e tente andar com seus projetos pessoais, afinal ficar na mesmisse sempre pode custar caro no futuro <img src='http://programe.me/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>3. Analisando as evoluÃ§Ãµes</strong></p>
<p>O <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Scrum">Scrum </a> (sim, falo muito dele pois, Ã© bem eficiente !) permite que vocÃª controle suas tarefas semanalmente, ou seja, se vocÃª tropeÃ§ar em alguma coisa durante a semana, vocÃª perceberÃ¡ que isto lhe atrasou - ou nÃ£o - e se aplicÃ¡vel planeje novamente sua agenda para colocar as coisas em dia.</p>
<p><strong>4. Vendo resultados</strong></p>
<p>A adoÃ§Ã£o de um "padrÃ£o de organizaÃ§Ã£o" Ã© meio sofrida Ã s vezes, mas Ã© bem recompensador depois que vocÃª consegue usÃ¡-la no dia-a-dia. ApÃ³s uma semana vocÃª verÃ¡ que nÃ£o irÃ¡ passar o dia arrancando os cabelos com deadlines chegando, compromissos esquecidos e "sobrecarga" de horÃ¡rios na sua agenda, pois vocÃª nÃ£o irÃ¡ agendar nada alÃ©m do que vocÃª tem de disponÃ­vel na semana.</p>
<p>Tudo que citei aqui pode parecer super Ã³bvio, porÃ©m, nÃ£o Ã© o que nÃ³s costumamos aplicar no nosso dia-a-dia. Contamos muito com nossa memÃ³ria, que Ã s vezes pode funcionar muito bem, mas infelizmente ela nÃ£o implementa uma agenda.</p>
<p>O modelo que mostrei no comeÃ§o do post, foi baseado no modelo que o <a href="http://www.lecowd.com.br">Alexandre</a> implementa - ou implementava na Ã©poca - e foi ele quem me apresentou isto. Gostei, apliquei e depois nunca mais larguei. RecomendadÃ­ssimo !</p>
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		<title>Vida de freelancer &#8211; Dica de site</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Nov 2007 01:36:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hlegius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[RÃ¡pidas]]></category>
		<category><![CDATA[vida de freela]]></category>

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		<description><![CDATA[Navegando pela Internet a fora, encontrei um site com um conteÃºdo banaca para nÃ³s freelancers. Aborda conteÃºdo do dia-a-dia de um freelancer, discussÃµes sobre temas rotineiros na vida de freela. O conteÃºdo do site Ã© em inglÃªs, porÃ©m, para quem consegue ler vale muito a pena. O site Ã© o http://freelanceswitch.com/. O Alexandre e eu, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Navegando pela Internet a fora, encontrei um site com um conteÃºdo banaca para nÃ³s freelancers. Aborda conteÃºdo do dia-a-dia de um freelancer, discussÃµes sobre temas rotineiros na vida de freela.</p>
<p>O conteÃºdo do site Ã© em inglÃªs, porÃ©m, para quem consegue ler vale muito a pena. O site Ã© o <a href="http://freelanceswitch.com/">http://freelanceswitch.com/</a>.</p>
<p>O Alexandre e eu, criamos um blog com o mesmo foco, sÃ³ que totalmente brasileiro que tambÃ©m estÃ¡ valendo a leitura. O <a href="http://vidadefreela.net">Vida de freela</a> mantÃ©m o mesmo foco do FreelanceSwitch.com</p>
<p>Freelancers. Uni-vos!</p>
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		<pubDate>Sun, 04 Nov 2007 00:39:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hlegius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Software livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Salve! Post rápido lembrando que nos próximos dias 9, 10 e 11 de Nomebro estará acontecendo na UNICID o Conisli 2007 com várias palestras sobre Software Livre e desenvolvimento. Se você puder participar, vale a pena inscrever-se ainda dá tempo! Estudantes tem 50% de desconto na inscrição. Não esqueça de levar o comprovante de pagamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Salve!</p>
<p>Post rápido lembrando que nos próximos dias 9, 10 e 11 de Nomebro estará acontecendo na UNICID o <a href="http://conisli.org">Conisli 2007</a> com várias palestras sobre Software Livre e desenvolvimento. Se você puder participar, vale a pena inscrever-se ainda dá tempo!<br />
Estudantes tem 50% de desconto na inscrição. Não esqueça de levar o comprovante de pagamento e comprovante de escolaridade hein!</p>
<p>Até lá <img src='http://programe.me/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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